11 JAN

Nutrição veterinária

Fisioanimal

O ano de 1938 marca a publicação de um dos livros mais aclamados da segunda fase do Modernismo Brasileiro, o qual dramatizava a luta de um sertanejo e sua família contra as dificuldades e mazelas econômicas e ambientais que ocorrem no sertão nordestino.

O livro “Vidas Secas” de Graciliano Ramos, cuja a leitura é obrigatória em todos os currículos escolares das escolas brasileiras, conta a história de uma família de retirantes que migram geograficamente buscando melhores oportunidades.

Um dos componentes mais memoráveis do livro é a composição da família a qual (desconsiderando o papagaio morto no primeiro capítulo), era formada pelo pai Fabiano, pela mãe Sinhá Vitória, pelos dois meninos (o mais velho e o mais novo), e a cachorra Baleia.

 

A humanização do animal

Pode dizer que um dos pontos altos do livro é o simbolismo que Graciliano Ramos aplica à cachorra Baleia, começando assim com o seu nome: uma clara ironia pois, ao batizar ela usando como referência um dos animais animal aquáticos mais conhecidos, constrói-se um contraste com o cenário que se passa a história – um dos ambientes que mais sofre com a ausência de água no Brasil.

A cachorra é realmente considerada um membro da família (tanto pelo narrador onisciente, como dito várias vezes por Fabiano e Sinhá Vitória), sendo também ela responsável por auxiliar na caça de preás, uma espécie de roedor gordo que vive no agreste brasileiro, obtendo assim fontes de alimentos para a família, além de também ajudar Fabiano nos serviços de pastorar o gado.

O clímax principal do livro é, sem dúvida, a morte do animal, pois Baleia, como diz no livro “tinha emagrecido, o pêlo caíra-lhe em vários pontos, as costelas avultavam num fundo róseo, onde manchas escuras supuravam e sangravam, cobertas de moscas. As chagas da boca e a inchação dos beiços dificultavam-lhe a comida e a bebida”, fazendo assim que Fabiano a sacrificasse utilizando a sua espingarda.

Realmente é um capítulo difícil de ser lidos por aqueles que amam dos animais, tanto pela humanidade que Graciliano Ramos designa o psicológico da Baleia, quanto o sofrimento da Sinhá Vitória e dos meninos ao ouvirem o choro final da cachorra.

Aliás, o próprio final deste capítulo é uma das concepções mais belas da arte, pois traz para o leitor a cachorra indo à um “céu canino”, uma vida pós-morte de felicidade, acompanhada com a sua família, em campos fartos e cheios de preás para serem caçadas (nada mal, considerando que Graciliano Ramos era ateu).

O livro marcou tanto a nossa cultura que não é raro vermos cachorros batizados de Baleia.

 

Clínica de saúde para o seu pet

Nós, assim como retratado no livro Vidas Secas, sabemos que o seu animal de estimação faz parte da sua família.

Por isso que Fisioanimal existe: uma clínica voltada ao tratamento e aconselhamento da saúde do seu pet, seja para diagnósticos e procedimentos hospitalares, ou ainda serviços de reabilitações, práticas fisioterápicas e nutricional veterinária, para este último indicando os melhores tipos alimentares para uma dieta eficiente, assim também indicando o que se deve evitar dar de alimento ao seu cachorro ou gato.

Nós amamos os bichos tanto quanto você, sabemos da importância da saúde do seu melhor amigo.

Caso tenha alguma dúvida, contate-nos: estamos disponíveis para qualquer pergunta à respeito da saúde do seu pet.

...

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *