14 JAN

Homeopatia veterinária

Fisioanimal

Se o que nos classifica como humanos são a capacidade de racionalizar, de nos colocar no lugar do outro, de termos empatia por terceiros, estes terceiros sendo não apenas com outros humanos mas também outros animais, então aquilo que se chama Humanismo pode ser sintetizado, de uma maneira simplista, na capacidade de se importar com o outro.

O Humanismo é, tecnicamente, uma corrente filosófica das muitas que surgiram a partir do Renascentismo, entre os séculos XIV e XVI, e está particularmente construída sob a óptica da racionalidade que a nossa espécie possui, já que nós somos a única dentre toda a biodiversidade da vida, a ter recebido este dom de pensar e existir, o que nos faz os mais poderosos, consequentemente mais responsáveis pelos nossos atos.

Infelizmente ao abrir a caixa de Pandora, não apenas a racionalidade para o bem foi trazida:  sabemos como nós seres humanos conseguimos ser os seres mais brutos e perversos de todo o planeta, seja com outros da nossa que qualquer espécie, seja ainda com espécies de animais (e até com plantas).

O Humanismo tentou criar, junto com tantas outras escolas filosóficas, um norte para o comportamento humano ancorado na ética (a tão buscada ética, alvo de investigação e busca desde os antigos filósofos gregos), entretanto tanto a sua má interpretação como no afastamento de seus princípios, vê-se que o futuro melhor imaginado por aqueles estudiosos pode não ter sido plenamente conquistado.

 

O sofrimento animal

Considere que os próprios seres humanos são vítimas constantes de abusos e mal tratos, o que podemos imaginar dos animais.

Dizem que quando alguém usa demasiadamente carne em sua dieta vá visitar um matadouro ou um frigorífico, normalmente ela desiste deste hábito alimentar, devido as condições que os animais podem ser tratados.

A mesma coisa é quando se visita um canil público ou os centros de zoonoses, os quais se recolhem cães e gatos abandonados: a dor no coração ao ver bichos abandonados, presos em pequenas jaulas, sem poderem se locomover, muitas vezes subnutridos, nos testa se realmente vale a pena continuar a ter fé na humanidade (o que diria o Humanismo?).

O tratamento que temos com os nossos animais pode refletir muito mais da natureza humana do que todos os livros e artigos descritos, assim como postulados, estabelecimentos de filosofias, literatura, e tantas outras manifestações culturais.

 

A Revolução dos Bichos

No seu livro clássico de 1945, George Orwell descreve uma revolta em uma fazenda, aonde os bichos resolvem assumir o controle da respectiva granja, expulsando o dono humano, e assumindo o controle dos meios de produção.

Considerado um dos livros mais importantes da literatura mundial, esta fábula é uma alegoria ao Comunismo, mais especificamente à ditadura de Stalin, com os porcos dominando os outros animais, fazendo-os viver em condições muito piores do que a revolução.

No livro os animais também estabelecem uma filosofia, o Animalismo: basicamente contra todos os humanos, e pró a todos os animais.

Logicamente que os porcos traem a filosofia, pois além de abusarem dos outros animais, passaram a se relacionar com os “traidores humanos”.

Ou seja: a espécie que abrir a caixa de Pandora, seja os humanos ou os porcos, receberá o poder e terá a responsabilidade sobre os outros.

 

A saúde do seu pet

Nós somos como você: nós nos importamos com o sofrimento animal, para assim trabalhando com todos os meios e rigor profissional para trazer a melhor saúde física e mental para o seu pet.

Sabemos da importância que deles para as nossas famílias (eles são da nossa família!), assim que nós da Fisioanimal trazemos o melhor em medicina veterinária canina, prestando assistência diagnóstica e tratamentos, assim como nutrição, fisioterapia, acupuntura, hidroterapia, ozonioterapia e homeopatia veterinária, tudo o de melhor para o seu cachorro ou gato.

Não deixe o seu bichano sofrendo, entre em contato conosco.

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